segunda-feira, 31 de maio de 2010

A igreja na Bíblia

Uma série de 13 aulas sobre a igreja na Bíblia e a vontade de Deus.

História do Cristianismo

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Cristianismo vem da palavra Cristo, que significa messias, pessoa consagrada, ungida. Do hebraico mashiah (o salvador) foi traduzida para o grego como khristos e para o latim como christus.
A doutrina do cristianismo baseia-se na crença de que todo o ser humano é eterno, a exemplo de Cristo, que ressuscitou após sua morte. A fé cristã ensina que a vida presente é uma caminhada e que a morte é uma passagem para uma vida eterna e feliz para todos os que seguirem os ensinamentos de Cristo.
Os ensinamentos estão contidos exclusivamente na Bíblia, dividida entre o Antigo e o Novo Testamento.
O Antigo Testamento trata da lei judaica, ou Torah. Começa com relatos da criação e é todo permeado pela promessa de que Deus, revelado a Abraão, a Moisés e aos profetas enviaria à Terra seu próprio filho como Messias, o salvador.
O Novo Testamento contém os ensinamentos de Cristo, escritos por seus seguidores. Os principais são os quatro evangelhos ("mensagem", "boa nova"), escritas pelos apóstolos Mateus, Marcos, Lucas e João. Também inclui os Atos dos Apóstolos (cartas e ensinamentos que foram passados de boca em boca no início da era cristã, com destaque para as cartas de Paulo) e o Apocalipse.
O nascimento do cristianismo se confunde com a história do império romano e com a história do povo judeu. Na sua origem, o cristianismo foi apontado como uma seita surgida do judaísmo e terrivelmente perseguida.
Quando Jesus Cristo nasceu, por volta do ano 4 AC, na pequena cidade de Belém, próxima a Jerusalém, os romanos dominavam a Palestina. Os judeus viviam sob a administração de governadores romanos e, por isso, aspiravam pela chegado do Messias (criam que seria um grande homem de guerra e que governaria politicamente), apontado na Torá (VT)como o enviado que os libertaria da dominação romana.
Até os 30 anos Jesus viveu anônimo em Nazaré, cidade situada no norte do atual Israel. Aos 33 anos seria crucificado em Jerusalém e ressuscitaria três dias depois. Em pouco tempo, aproximadamente três anos, reuniu seguidores (os 12 apóstolos) e percorreu a região pregando sua doutrina e fazendo milagres, como ressuscitar pessoas mortas e curar cegos, logo tornou-se conhecido de todos e grandes multidões o seguiam.
Mas, para as autoridades religiosas judaicas ele era um blasfemo, pois autodenominava-se o Messias. Não tinha aparência e poder para ser o o líder que libertaria a região da dominação romana. Ele apenas pregava paz, amor ao próximo. Para os romanos, era um agitador popular.
Após ser preso e morto, a tendência era de que seus seguidores se dispersassem e seus ensinamentos fossem esquecidos. Ocorreu o contrário. É justamente nesse fato que se assenta a fé cristã. Como haviam antecipado os profetas no Antigo Testamento, Cristo ressuscitou, apareceu a seus apóstolos (Apóstolo quer dizer enviado.) que estavam escondidos e ordenou que se espalhassem pelo mundo pregando sua mensagem de amor, paz, restauração e salvação.

O cristianismo firmou-se como uma religião de origem divina. Seu fundador era o próprio filho de Deus, enviado como salvador e construtor da história junto com o homem. Ser cristão, portanto, seria engajar-se na obra redentora de Cristo, tendo como base a fé em seus ensinamentos.
Rapidamente, a doutrina cristã se espalhou pela região do Mediterrâneo e chegou ao coração do império romano.

A difusão do cristianismo pela Grécia e Ásia Menor foi obra especialmente do apóstolo Paulo, que não era um dos 12 e teria sido chamado para a missão pelo próprio Jesus. As comunidades cristãs se multiplicaram. Surgiram rivalidades. Em Roma, muitos cristãos foram transformados em mártires, comidos por leões em espetáculos no Coliseu, como alvos da ira de imperadores atacados por corrupção e devassidão.
Em 313, o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e concedeu liberdade de culto, o que facilitou a expansão da doutrina por todo o império. Antes de Constantino, as reuniões ocorriam em subterrâneos, as famosas catacumbas que até hoje podem ser visitadas em Roma.
O cristianismo, mesmo firmando-se como de origem divina, é, como qualquer religião, praticado por seres humanos com liberdade de pensamento e diferentes formas de pensar.
Desvios de percurso e situações históricas determinaram os rachas que dividiram o cristianismo em várias confissões (as principais são as dos católicos, protestantes e ortodoxos).
O primeiro grande racha veio em 1054, quando o patriarca de Constantinopla, Miguel Keroularios, rompeu com o papa, separando do cristianismo controlado por Roma as igrejas orientais, ditas ortodoxas. Bizâncio e depois Constantinopla (a Istambul de hoje, na Turquia), seria até 1453 a capital do império romano do Oriente, ou Império Bizantino.
O império romano do Ocidente já havia caído muito tempo antes, em 476, marcando o início da Idade Média. E foi justamente na chamada Idade Média, ainda hoje um dos períodos mais obscuros da história, que o cristianismo enfrentou seus maiores desafios, produzindo acertos e erros.
Essa caminhada culminou com o segundo grande racha, a partir de 1517. O teólogo alemão Martinho Lutero, membro da ordem religiosa dos Agostinianos, revoltou-se contra a prática da venda de indulgências e passou a defender a tese de que o homem somente se salva pela fé.
Lutero é excomungado e funda a Igreja Luterana. Não reconhece a autoridade papal, nega o culto aos santos e acaba com a confissão obrigatória e o celibato dos padres e religiosos. Mas mantém os sacramentos do batismo e da eucaristia.
Mais tarde, a chamada Reforma Protestante deu origem a outras inúmeras igrejas cristãs, cada uma com diferentes interpretações de passagens bíblicas ou de ensinamentos de Cristo.Outras levantadas pelo próprio Espírito Santo, dão continuidade aos propósito do Senhor Deus.




domingo, 30 de maio de 2010

Hebreus

O tema de Hebreus é a superioridade de Jesus Cristo. O autor argu-menta que Jesus é superior aos anjos, Moisés, Josué e Arão (capítulos 1, 3, 4 e 7, respectivamente). Não somente Jesus é um Legislador e Sumo Sacerdote superior, mas sua aliança é superior à Aliança Mosaica (capítulos 8-10). De fato, “melhor” é a palavra chave do livro (1:4; 7:22; 8:6, etc)!

O autor de Hebreus não se identificou pelo nome, no livro. Ele conhecia Timóteo (13:23) e possuía sólido entendimento do Velho Testamento. Muitos estudantes da Bíblia acreditam que foi Paulo quem escreveu Hebreus, mas outros argumentam que esse autor não era um dos apóstolos (veja 2:3). Provavelmente, o máximo que podemos concluir com certeza é que o autor era inspirado.


Introdução ao estudo de Hebreus
- 4m52s
Hebreus 1:1-4 - 12m55s
Hebreus 1:5-7 - 15m13s
Hebreus 1:8-14 - 10m52s
Hebreus 2:1-4 - 15m36s
Hebreus 2:5-9
- 7m56s
Hebreus 2:10-15 - 12m43s
Hebreus 2:16-18 - 9m54s
Revisão de Perguntas (página 2 da apostila) - 10m14s
Hebreus 3:1
- 10m37s
Hebreus 3:2-6
- 8m34s
Hebreus 3:7-15 - 11m56s
Hebreus 3:16 - 4:2 - 9m39s
Hebreus 4:3 - 4:11
- 11m39s
Hebreus 4:11 - 4:13
- 11m44s
Revisão das perguntas sobre Hebreus 3:1 - 4:13 - 10m14s

Hebreus 4:14-16 - 8m11s
Hebreus 5:1-10 - 16m24s
Hebreus 5:11 - 6:3 - 11m25s
Hebreus 6:4-8 - 12m34s
Hebreus 6:9-12
- 10m12s
Revisão das perguntas sobre Hebreus 4:14 - 6:12
- 15m54s
Hebreus 6:13-20 - 14m8s
Hebreus 7:1-10 - 16m19s
Hebreus 7:11-19 - 16m18s
Hebreus 7:20-28 - 11m54s
Revisão das perguntas sobre Hebreus 6:13 - 7:28 - 10m30s
A Nova Aliança é Superior à Antiga Hebreus 8
- 15m11s
Hebreus 9:1-10 - 11m44s
Hebreus 9:11-22 - 16m57s
Revisão das perguntas sobre Hebreus 8:1 - 9:22 - 16m19s
Hebreus 9:23-28 - 13m19s
Hebreus 10:1-10 - 9m46s
Hebreus 10:11-25 - 13m49s
Hebreus 10:26-39 - 17m39s
Revisão das perguntas sobre Hebreus 9:23-10:39 - 18m 27s
Hebreus 11:1-7 - 10m36s
Hebreus 11:8-22 - 11m1s
Hebreus 11:23-29
- 12m23s
Hebreus 11:30-40 - 12m02s
Hebreus 12:1-13 - 13m47s
Hebreus 12:14-17 - 12m21s
Hebreus 12:18-24 - 14m30s
Hebreus 12:24-29 - 10m49s
Revisão das perguntas sobre Hebreus 11:1-12:29 - 13m 44s
Hebreus 13:1-6 - 17m28s
Hebreus 13:7-9 - 12m09s
Hebreus 13:10-17 - 12m27s
Hebreus 13:18-25 - 8m20s
Hebreus -- a última aula do nosso estudo deste livro - 11m33s

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Deus existe?

Esse questionamento é feito por muitos ainda. Mesmo com tantas evidências da existêcia de Deus, pessoas buscam achar provas em coisas criadas pela imaginação do homem, onde dizem que viemos de uma grande explosão cósmica e ao morrermos tudo acaba. Muitos pensam que aqueles que são adeptos de religiões, são aquelas partes mais influenciáveis da sociedade, que não conseguem pensar por si só, ou então aquelas mais fantasiosas, que não tem os pés no chão. Todas essas conclusões são apenas os modos mais viáveis a se aceitar, rejeitando todas as hipóteses sobre a existência de Deus.


Uma casa não é mais forte do que seu alicerce. Todas as partes de uma casa serão afetadas pelo alicerce sobre o qual ela estiver estabelecida.
O que o alicerce é para uma casa a pergunta: "Deus existe?" é para a vida. Nossa crença ou descrença em Deus forma o alicerce para os pensamentos que colorem ou interpretam todos os nossos conceitos a respeito da vida.
Por exemplo, digamos que um homem responda a esta pergunta, dizendo: "Não, Deus não existe". A seguir, respondendo à pergunta: "Como devo viver neste mundo?", ele concluirá: "Posso viver como eu quiser". Afinal , não sou um ser criado e não devo satisfações a nenhum poder superior. A única obrigação que tenho é apoiar a felicidade e a produtividade dos demais seres humanos de modo racional. Além disso, o que faço da minha vida compete unicamente a mim. Já que não vou viver além da morte, preciso sugar da vida o máximo que eu puder".
Agora, digamos que um homem responda a esta mesma pergunta: "Deus existe?", dizendo: "Existe. Deus existe". Sua resposta à pergunta: "Como devo viver neste mundo?" será completamente diferente. Ele poderá responder: "Fui criado por um ser Todo-poderoso, que obviamente teve um propósito para minha existência, e preciso descobrir qual é esse propósito. Somente encontrando a Sua vontade e vivendo de acordo com ela encontro a paz e o propósito que meu Criador planejou para minha vida. Sei que um dia Ele me chamará para prestar contas de como vivi no mundo que Ele fez".

Analisemos cuidadosamente a pergunta: "Deus existe?" Será que há fortes razões para se crer que Deus existe? A Bíblia não começa com uma explicação sobre a existencia de Deus. Ela, na verdade, começa com uma afirmação a respeito de Deus: "No princípio, criou Deus os céus e a terra" (Gênesis 1:1).
A Bíblia declara: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo” (Salmos 19:1-4).